Textos Diversos

O BES, O ACTUAL GOVERNO E O PRESIDENTE DA REPUBLICA

 

O chamado caso BES é, sem dúvida, um autêntico caso de polícia, por se tratar de uma verdadeira quadrilha de bandidos à solta.

 

O chamado caso BES é, sem dúvida, um autêntico caso de polícia, por se tratar de uma verdadeira quadrilha de bandidos à solta.

Mas é muito mais do que isso, pois mostra bem como o regime em que vivemos é, na verdade, o regime dos banqueiros do regime. Que se encheram à tripa-forra enquanto exigiam e apoiavam as mais violentas medidas de austeridade contra os trabalhadores, tratando de as justificar com teorias provocatórias como a de que a enorme e impagável dívida pública se deveria a que "os portugueses viveram acima das suas possibilidades" (Ricardo Salgado) ou a de que os trabalhadores "ai aguentam, aguentam" todas aquelas terroristas medidas (Fernando Ulrich).

E regime esse em que Governador do Banco de Portugal, Presidente da CMVM, Governo e Presidente da República (sempre generosamente apoiado e financiado nas suas campanhas eleitorais pelos banqueiros, a começar pela família Espírito Santo...) se mancomunaram, primeiro para possibilitar, encobrir e branquear o roubo organizado de milhares e milhares de milhões de euros; e depois para, num verdadeiro golpe de Estado executado pela calada da noite, pôr em execução uma solução que irá custar aos trabalhadores portugueses mais 20 mil milhões de euros, extorquidos por meio de novos e agravados aumentos de impostos, roubos de salários e de pensões e cortes na Saúde, na Educação e na Segurança Social!

Esta é, pois, uma das grandes questões da actualidade política, económica e social que todos os trabalhadores e todos os democratas e patriotas devem debater aprofundadamente e de que devem retirar todas as adequadas consequências.


VEM, POR ISSO, DEBATÊ-LA CONNOSCO!

A REVOLUÇÃO PRECISA DE TI E TU PRECISAS DA REVOLUÇÃO!

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Um redobrado empenho no estudo do marxismo, dos textos em que se condensa a experiência histórica das revoluções passadas e também daqueles em que se perspectivam novos combates pelo socialismo e pelo comunismo, constitui hoje um dever indeclinável de todos os revolucionários.

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Ribeiro Santos

A morte de Ribeiro Santos (durante uma reunião de estudantes contra a repressão fascista de Caetano, realizada em 12 de Outubro de 1972 na Faculdade de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa) constituiu um marco decisivo e de viragem no movimento popular e revolucionário contra a ditadura e a guerra colonial-imperialista que viria a atingir o seu auge em 1974.