Textos Diversos

Sobre a intervenção do Presidente da República - Em mensagem velha para o ano novo Cavaco Silva mostra porque deve ser demitido com o governo

Na sua mensagem chamada de ano novo, Cavaco não só não disse nada de novo como mostrou que o seu discurso e a sua politica em nada difere do discurso e da política do governo de traição nacional Coelho/Portas.

Na sua mensagem chamada de ano novo, Cavaco não só não disse nada de novo como mostrou que o seu discurso e a sua politica em nada difere do discurso e da política do governo de traição nacional Coelho/Portas.

Ouvir Cavaco nesta sua intervenção, mesmo depois do mais recente golpe anticonstitucional perpetrado pelo governo, é o mesmo que estar ouvir Passos Coelho ou um qualquer dirigente dos partidos da coligação.

O presidente da república finge mostrar-se provocatoriamente compungido com o rasto de miséria e de desemprego gerado pelo seu governo em obediência aos ditames da tróica, mas não diz uma palavra sobre o último acórdão do tribunal constitucional e a tentativa de roubo das pensões por ele chumbada, dando total cobertura à continuação da ofensiva contra-revolucionária do governo.

Cavaco aparenta incomodar-se com a situação de milhares de jovens que são obrigados a emigrar, embora ignore as centenas de milhar de trabalhadores desempregados sem receber qualquer prestação social, mas manifesta um apoio incondicional a um orçamento terrorista que prevê medidas inteiramente facínoras de empobrecimento e genocídio fiscal.

Cavaco Silva tenta iludir os portugueses, fazendo apelo a uma unidade nacional – dirigida principalmente ao PS de Seguro sempre disponível para manter o governo - em torno de uma política totalmente traidora e antipatriótica que tem por base levar o povo português a pagar uma dívida impagável e que não foi ele quem contraiu.

Depois desta declaração, continua a não subsistir dúvidas de que o ano que agora começa só poderá constituir um ano de alteração da situação de quem trabalha, se o governo e Cavaco forem corridos e se se verificar uma ampla unidade para a formação de um governo democrático patriótico.


Lisboa, 1 de Janeiro de 2014

A Comissão de Imprensa do PCTP/MRPP

 

 

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