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Passos Coelho e Cavaco tentam salvar o governo

Mais do que pedir a demissão continua a impor-se o reforço da luta pelo derrubamento do governo de traição nacional PSD/CDS.

Mais do que pedir a demissão continua a impor-se o reforço da luta pelo derrubamento do governo de traição nacional PSD/CDS.

A demissão de Paulo Portas e a posição subsequentemente assumida por Passos Coelho, no seguimento da demissão de Vítor Gaspar e a nomeação de Maria Luís Albuquerque para o seu lugar, veio reforçar a posição já expressa pelo PCTP de que este governo de traição nacional se mostra cada vez mais isolado e desesperado perante a persistência e tenacidade do movimento de massas contra a sua política terrorista de tentar impor aos trabalhadores o pagamento de uma dívida que o povo português não contraiu e que, aliás, é impagável.

Ao decidir de forma patética manter em funções um governo que já nem sequer tem a apoiá-lo um dos partidos da coligação que o suporta, Passos Coelho fá-lo apenas porque continua a ter o apoio de Cavaco Silva.

O que esta reacção revela, bem como a posição assumida pelo presidente da república é que, em lugar de se alimentar qualquer falsa expectativa na demissão do governo, o que se impõe é a intensificação da luta pelo seu derrubamento por todos os meios.

Mesmo que esse derrubamento tenha também de passar, como está à vista, pela demissão de um presidente da república que se opõe aberta e provocatoriamente à exigência democrática e patriótica de milhões de portugueses de correr com um governo de traição nacional que procura manter-se no poder com o único objectivo de esmagar a classe operária e os trabalhadores e colocar a economia portuguesa na completa submissão ao imperialismo germânico.


Lisboa, 02/07/2013

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