Actualidade

Viva o 36º aniversário da fundação do PCTP/MRPP!

Comemoram-se hoje trinta e seis anos sobre a fundação do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). Caldeado na luta contra a ditadura colonial-fascista e contra o revisionismo pequeno-burguês no seio do movimento de massas, antes do 25 de Abril de 1974, o MRPP afirmou claramente uma linha operária marxista-leninista no movimento revolucionário que se seguiu ao golpe militar e lutou firmemente pela hegemonia do proletariado nessa revolução. Opondo-se frontalmente à tentativa de instauração duma ditadura social-fascista por parte do PCP e seus satélites em 1975, o MRPP desempenhou um papel determinante na derrota desses planos contra-revolucionários.

Comemoram-se hoje trinta e seis anos sobre a fundação do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). Caldeado na luta contra a ditadura colonial-fascista e contra o revisionismo pequeno-burguês no seio do movimento de massas, antes do 25 de Abril de 1974, o MRPP afirmou claramente uma linha operária marxista-leninista no movimento revolucionário que se seguiu ao golpe militar e lutou firmemente pela hegemonia do proletariado nessa revolução. Opondo-se frontalmente à tentativa de instauração duma ditadura social-fascista por parte do PCP e seus satélites em 1975, o MRPP desempenhou um papel determinante na derrota desses planos contra-revolucionários.

Com base numa análise aprofundada da situação política em Portugal e da história do movimento operário, o MRPP definiu uma linha de massas para a fundação de um partido comunista autêntico. Estabelecer uma clara linha de demarcação entre o marxismo e o revisionismo, organizar o sector mais avançado do proletariado revolucionário e afirmar-se claramente perante a classe burguesa capitalista como o seu real inimigo, foram as condições cujo cumprimento levou à fundação do PCTP/MRPP, em 26 de Dezembro de 1976.

Ocorrendo num período de refluxo da revolução e sendo o nosso Partido o principal alvo a abater pela contra-revolução, nisso estando unidos todos os partidos burgueses, desde o CDS ao PCP, a fundação do PCTP/MRPP não pôde traduzir-se num reforço numérico das fileiras comunistas mas logrou reforçá-las ideológica e organizativamente. O nosso Partido manteve sempre bem levantada a bandeira do marxismo-leninismo, resistiu a todos os ataques do inimigo e sempre se afirmou como a alternativa revolucionária no movimento operário e popular.

Apesar dos anos de vida que leva contados e do enorme património político e teórico que construiu e acumulou para o movimento operário e comunista, são inegáveis as insuficiências políticas, ideológicas e organizativas do PCTP/MRPP face às necessidades da luta política actual. Alvo de múltiplos ataques vindos de fora e de dentro das suas fileiras, o Partido resistiu a esses ataques mas não logrou ainda cumprir múltiplas tarefas que são uma condição indispensável para se afirmar como a força política forte e organizada capaz de dirigir o movimento operário e popular nas difíceis condições do presente.

O PCTP/MRPP exerce hoje uma influência importante e em muitos casos determinante na luta dos trabalhadores e do povo português contra uma forte ofensiva da contra-revolução que está em curso e contra os planos do grande capital para esmagar o movimento operário e subjugar o país aos ditames do imperialismo internacional. Mas são de grande monta as tarefas que têm de ser cumpridas em pouco tempo para que o Partido reforce a sua organização e a organização das massas trabalhadoras, de forma a impor a derrota daqueles planos e conduzir o movimento revolucionário para avanços decisivos, rumo ao socialismo e ao comunismo.

Nunca como hoje foi tão necessária e importante a acção e a iniciativa dos comunistas e do seu Partido. Saibamos estar à altura das nossas responsabilidades! A classe operária e o povo português saberão derrotar os seus inimigos!

Viva o Partido!
Morte à tróica germano-imperialista e ao seu governo de lacaios!
Viva o Governo Democrático Patriótico!
Viva a classe operária!
Morte ao capitalismo!
Viva o socialismo! Viva o comunismo!

Luta Popular on line

Aceda ao Luta Popular e fique
a par das últimas noticias:

Biblioteca Vermelha

Um redobrado empenho no estudo do marxismo, dos textos em que se condensa a experiência histórica das revoluções passadas e também daqueles em que se perspectivam novos combates pelo socialismo e pelo comunismo, constitui hoje um dever indeclinável de todos os revolucionários.

Entrar na Biblioteca Vermelha

 

Ribeiro Santos

A morte de Ribeiro Santos (durante uma reunião de estudantes contra a repressão fascista de Caetano, realizada em 12 de Outubro de 1972 na Faculdade de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa) constituiu um marco decisivo e de viragem no movimento popular e revolucionário contra a ditadura e a guerra colonial-imperialista que viria a atingir o seu auge em 1974.