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Comunicado do Comité Central do M.R.P.P.

Alertado pelo assassinato terrorista do camarada José Alexandrino de Sousa (António), o Comité Central do Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (M.R.P.P.) reuniu em Sessão Plenária de emergência às 6 horas de hoje, em Lisboa.

O Comité Central examinou o significado e as consequências políticas do assassinato terrorista do camarada Alexandrino de Sousa, levado a efeito por um bando armado de social-fascistas do grupelho provocatório do O.R.P. «C.»/U. «D. P.», e aprovou as medidas que o caso requer.

O camarada Alexandrino de Sousa era militante da gloriosa Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas (F.E.M.L.), organização do nosso movimento para a juventude comunista estudantil. O camarada Alexandrino de Sousa era Director do jornal «Guarda Vermelha», órgão central da F.E.M.L..

O camarada Alexandrino de Sousa foi barbaramente e covardemente assassinado, quando procedia à afixação de cartazes convocatórios do Comício de Homenagem ao camarada Ribeiro Santos, assassinado em 12 de Outubro de 1972 por fascistas e revisionistas.

O bando de social-fascistas da O.R.P. «C.»/U. «D. P.» feriu outros 5 camaradas de Alexandrino de Sousa, um dos quais se encontra hospitalizado em perigo de vida.

O camarada Alexandrino de Sousa foi um verdadeiro quadro servidor do povo e infinitamente fiel ao marxismo-leninismo-maoismo e à linha vermelha do nosso movimento.

O Comité Central, ciente de interpretar os elevados sentimentos revolucionários do proletariado e do povo português, presta a sua firme homenagem ao jovem militante caído no campo da luta, exprime a sua dor aos familiares do camarada Alexandrino de Sousa, muito especialmente a seu pai e sua mãe, e exprime à Federação de Estudantes Marxistas-Leninistas e seu comité «Estrela Vermelha Ribeiro Santos» vivos sentimentos revolucionários.

O Comité Central conclama todo o partido a unir-se como uma rocha de granito e a cerrar fileiras com as amplas massas populares, de modo a que, apoiando-se no exemplo de coragem, abnegação e firmeza Bolchevique do nosso querido camarada Alexandrino de Sousa, possa vingar a sua memória.


A LUTA É DURA, MAS NÓS NÃO VERGAMOS!
HONRA AO CAMARADA ALEXANDRINO DE SOUSA (ANTÓNIO)!
ALEXANDRINO DE SOUSA - RIBEIRO SANTOS, O MESMO COMBATE!
VIVA A LINHA VERMELHA DO NOSSO MOVIMENTO!
VIVA O PARTIDO!

9 de Outubro de 1975

O Comité Lenine, Comité Central
do M.R.P.P.

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Ribeiro Santos

A morte de Ribeiro Santos (durante uma reunião de estudantes contra a repressão fascista de Caetano, realizada em 12 de Outubro de 1972 na Faculdade de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa) constituiu um marco decisivo e de viragem no movimento popular e revolucionário contra a ditadura e a guerra colonial-imperialista que viria a atingir o seu auge em 1974.